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Entrar no “flow”: engajamento que garante resultados

Quantas vezes você já se deparou com as horas do relógio passando mais rapidamente – ao assistir a uma série que você aguardava, por exemplo. Ou, ao acompanhar o futebol do ‘melhor campeonato do mundo’, ouvir sua playlist favorita ou colocar os assuntos em dia com aquele amigo especial? Essa passagem acelerada do tempo caracteriza o estado de flow.

estado de flow, no ambiente organizacional, é conhecido como engajamento. É o momento em que o colaborador entra em uma “onda” na realização de alguma tarefa e nem percebe o tempo passar – afinal, está fazendo com entusiasmo. Ele sabe que aquela ação está gerando valor, seja para ele, para algum colega ou cliente. Ele percebe que o trabalho realizado faz parte de um todo dentro da Organização. 

Entusiasmo que leva ao flow

Ao pensarmos em atividades simples, que fazemos com gosto, o estado de flow é bem comum. Isso mostra que não é a intensidade e nem o esforço colocado que determinam se uma atividade é boa ou ruim – mas sim, o entusiasmo que aplicamos.

Mas qual a diferença do entusiasmo com uma partida de futebol e com o treinamento de um cliente? De passar de uma fase difícil no jogo com a resolução de uma situação atípica no trabalho? A diferença está nas competências e habilidades de cada um, no que cada pessoa gosta e prefere fazer. 

Se você é uma pessoa comunicativa, dificilmente gostará de ser o responsável pela criação de manuais, por exemplo. Afinal, apesar de essa tarefa exigir conhecimento técnico, linguagem leve e criatividade, não exige comunicação verbal. O mesmo acontece no cenário oposto: se você é uma pessoa mais técnica e introvertida, que tem o relacionamento como um dos pontos a melhorar, não deve ser a responsável pela comunicação com público interno ou externo. A não ser, claro, que você e sua empresa estejam dispostos a desenvolver tais competências juntos.

Incentive o seu time

Se você é gestor, conheça e entenda o seu público interno – talvez mais do que conhece seus clientes e o mercado. Para isso, precisa identificar as principais competências e habilidades de cada colaborador. E, o mais importante: deve medir o nível de dificuldade das novas tarefas. Com isso, garante que elas estejam de acordo com as capacidades individuais de cada pessoa. 

Um colaborador com a competência necessária, a habilidade em desenvolvimento ou desenvolvida e a tarefa adequada é capaz de atingir o flow – o mesmo das horas de lazer.

Mas, para isso, coloque luz sobre o valor e o impacto do trabalho dele. Ofereça reconhecimento e, por vezes, recompensas. Por outro lado, o gestor não pode ter medo de conversar e instigar seus colaboradores, e, se necessário, realizar realocações e treinamentos. Ao corroborar com a busca por desafios do seu colaborador, ele fará o mesmo para com a empresa.

Você sente que não tem tempo para fazer tudo o que gostaria? Está sempre ocupado? Então, clique aqui e confira algumas dicas para melhorar sua gestão do tempo.

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